Theodore Robert Bundy - Década de 70. Esse sociopata contrasta com a imagem que temos de um “louco homicida”. Era atraente, auto confiante, politicamente ambicioso, bem sucedido com uma ampla variedade de mulheres. Tinha temperamento explosivo e imprevisível e boas notas na época da escola. Entrou para a faculdade, trabalhando meio período numa linha directa para suicidas, assumindo assim sua aparência de respeitável membro da sociedade. Em 1974 faz sua primeira vítima, dando início a uma série de assassinatos brutais. Concentrava-se especialmente em mulheres jovens, atraentes, com cabelos escuros pelo ombro e repartidos no meio, todas muito parecidas fisicamente. Ted foi executado numa cadeira eléctrica em 1989 confessando de 20 a 30 assassinatos.
Andrei Romanovich Chikatilo - Década de 70/80. Serial killer de manifestação tardia colocou a culpa na sua infância sofrida com o regime soviético. Era licenciado e tinha esposa e dois filhos. Era um “homem inserido na sociedade”. Chamava-se de “besta louca”e “erro da natureza”. O seu primeiro crime foi em 1978 quando já tinha 42 anos. Estes eram extremamente cruéis, a ponto de ser apelidado de o “Estripador de Rastov”. Tinha padrões de canibalismo que negou com algumas vítimas, muitas encontradas faltando órgãos. As suas vítimas eram mulheres e crianças jovens de ambos os sexos. Já na prisão, confessou 55 homicídios, foi condenado à morte e executado com um tiro.
Jeffrey Lionel Dahmer - Década 80/90. É de salientar a sua história de infância: foi molestado por um garoto vizinho aos oito anos e os seus pais tinham brigas ferozes depois de separados. Tinha um padrão de comportamento exibicionista. Na sua mente desenvolveu a ideia de criar zombies que seriam os seus brinquedos sexuais vivos, para isso, fazia buracos nas cabeças das vítimas escolhidas e pingava líquidos cáusticos nas feridas, tentando assim destruir a vontade da vítima. Segundo ele, experimentou canibalismo com pelo menos um corpo, admitindo depois que não era aquilo que mais gostava. Foi condenado à prisão perpétua tendo sido morto na prisão em 94.
John Wayne Gacy Jr - Década de 70. O seu pai era um tirano, alcoólico. Era crudelíssimo com ele espancando-o brutalmente e chamando-o de menininha estúpida e inútil, fazendo-o crescer duvidando da sua masculinidade. Formou-se em administração e chegou a casar-se por duas vezes. Fazia festas em sua casa quando se vestia de palhaço tendo ficado conhecido desta forma por muitos. Não tinha padrão ao escolher suas vítimas que podiam ser conhecidos ou não, ele estrangulava e guardava-as em casa. Foram tantas vítimas que ficou sem espaço para as “armazenar”, passando a largá-las num rio próximo de casa. Foi preso, recebendo a sentença de prisão perpétua por 33 assassinatos. A pena capital foi restabelecida no seu estado tendo sido executado por injecção letal em 94.
Edward Theodore Gein - Década de 50. Os seus crimes inspiraram o filme psicose e, embora muitos o tenham excedido em número de mortes, nunca se viu nada semelhante no campo da “aberração mental”. Sempre teve dúvidas em relação à sua masculinidade, tendo pensado em amputar seu pénis. Começou por ir a cemitérios para desenterrar corpos ou partes deles, usando como decoração na sua casa. Em ocasiões especiais vestia vestes completas feitas com os órgãos que retirava. Em 54 começa a matar devido a falta de “material”. Já preso, confessa dois assassinatos e o roubo dos túmulos, porém o número parece ter sido maior, incluindo o seu irmão nas vítimas. Acabaria por morrer num manicómio judiciário.
Andrei Romanovich Chikatilo - Década de 70/80. Serial killer de manifestação tardia colocou a culpa na sua infância sofrida com o regime soviético. Era licenciado e tinha esposa e dois filhos. Era um “homem inserido na sociedade”. Chamava-se de “besta louca”e “erro da natureza”. O seu primeiro crime foi em 1978 quando já tinha 42 anos. Estes eram extremamente cruéis, a ponto de ser apelidado de o “Estripador de Rastov”. Tinha padrões de canibalismo que negou com algumas vítimas, muitas encontradas faltando órgãos. As suas vítimas eram mulheres e crianças jovens de ambos os sexos. Já na prisão, confessou 55 homicídios, foi condenado à morte e executado com um tiro.
Jeffrey Lionel Dahmer - Década 80/90. É de salientar a sua história de infância: foi molestado por um garoto vizinho aos oito anos e os seus pais tinham brigas ferozes depois de separados. Tinha um padrão de comportamento exibicionista. Na sua mente desenvolveu a ideia de criar zombies que seriam os seus brinquedos sexuais vivos, para isso, fazia buracos nas cabeças das vítimas escolhidas e pingava líquidos cáusticos nas feridas, tentando assim destruir a vontade da vítima. Segundo ele, experimentou canibalismo com pelo menos um corpo, admitindo depois que não era aquilo que mais gostava. Foi condenado à prisão perpétua tendo sido morto na prisão em 94.
John Wayne Gacy Jr - Década de 70. O seu pai era um tirano, alcoólico. Era crudelíssimo com ele espancando-o brutalmente e chamando-o de menininha estúpida e inútil, fazendo-o crescer duvidando da sua masculinidade. Formou-se em administração e chegou a casar-se por duas vezes. Fazia festas em sua casa quando se vestia de palhaço tendo ficado conhecido desta forma por muitos. Não tinha padrão ao escolher suas vítimas que podiam ser conhecidos ou não, ele estrangulava e guardava-as em casa. Foram tantas vítimas que ficou sem espaço para as “armazenar”, passando a largá-las num rio próximo de casa. Foi preso, recebendo a sentença de prisão perpétua por 33 assassinatos. A pena capital foi restabelecida no seu estado tendo sido executado por injecção letal em 94.
Edward Theodore Gein - Década de 50. Os seus crimes inspiraram o filme psicose e, embora muitos o tenham excedido em número de mortes, nunca se viu nada semelhante no campo da “aberração mental”. Sempre teve dúvidas em relação à sua masculinidade, tendo pensado em amputar seu pénis. Começou por ir a cemitérios para desenterrar corpos ou partes deles, usando como decoração na sua casa. Em ocasiões especiais vestia vestes completas feitas com os órgãos que retirava. Em 54 começa a matar devido a falta de “material”. Já preso, confessa dois assassinatos e o roubo dos túmulos, porém o número parece ter sido maior, incluindo o seu irmão nas vítimas. Acabaria por morrer num manicómio judiciário.
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